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Ilha do Fogo: Cultura, Gentes e Vivencias

manuel reis


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 sou filho santacatarinense adoro contribuir para uma mudança de comportamento e de valores que sempre foram pedras basilares das gentes desta ilha.

 Trabalho na C.M de santa catarina e sou professor de profissão.

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1 Comment

Reply manuel reis
05:19 AM on August 19, 2009 
Santa Catarina e a pura realidade.
Santa Catarina e a Sua Singularidade
Todos almejam um futuro brilhante, porém, é preciso ter um passado repleto de realizações e um presente cheio de alternativas.
Não se pode refutar que o brilhantismo ideológico e a liberdade podem ser muitas vezes confundidos com mestria equivocada. O papel que a sociedade atribui a qualquer um tem uma forte ligação com aquilo que se espera seja do cidadão ou dos cidadãos, seja dos seus lideres, seja dos parceiros, seja dos mais críticos/controversos, a final o que se espera é o trabalho e boas condutas.
Convinha dizer que é um facto incontestável, que Santa Catarina deixou de estar apenas submisso e passou a ter voz e vez. Apesar das dificuldades o poder local numa labuta diária pretende incutir novas mentalidades e com políticas descentralizadas buscar alternativas aos problemas e que não poucos.
Analisando friamente e até com uma certa arrogância (faz de conta), atrevo-me a afirmar que a atitude crítica é um acto que reveste o homem de uma qualidade inovadora, e que não se deve confundir tal atitude nobre com vontade puramente pessoal aliada à uma visão utópica e política de cada um.
O poder local em Santa Catarina do Fogo aposta fortemente em sectores que dão ênfase à sociedade, educação, juventude, desporto, cultura e outras áreas sociais. Naturalmente que criar condições requer em 1º lugar mudança de atitudes e de mentalidades em relação a um conjunto de temas, assuntos, realidades, políticas a implementar, instrumentos e outros, numa sociedade que no passado foi deixada à sua mercê e que paulatinamente consegue ter espaço para opinar, criar, sugerir e inovar sejam os de dentro ou de fora de um certo espaço político/geográfico.
Será que os grandes obstáculos não foram criados e continuam sendo pelos nossos munícipes ou pelas pessoas que se auto proclamam cidadãos/ cidadãs do bem deste concelho? Ou pelos filhos magoados com este novo processo? No entanto apraz-me e muito felicitar filhos deste município, que mesmo de longe querem fazer parte neste processo de Crescimento e Desenvolvimento. Alberto Nunes, Lucílio Alves, José Monteiro, Francisco Mendes, Napoleão e outros.
O Desporto em Santa Catarina não pode ser apenas uma responsabilidade camarária. Quem diz desporto, diz em outras áreas económicas, políticas e afins. Gostaria de salientar que o papel das autarquias é de fomentar práticas desportivas/incrementar políticas realistas quanto às modalidades (colectivas ou individuais) tais como: acessória na criação de grupos desportivos, culturais, recreativos, associações juvenis, atribuição de apoio (financeiro e/ou materiais) às equipas, grupos e atletas.
Construção de espaços desportivo (campos, estádios, placas e polidesportivos) claro tendo sempre em conta as reais necessidades e prioridades em função da política adoptada e dos ganhos alcançados ou que se pretende alcançar.
Não basta ter espaço (é preciso mentalizar a juventude e responsabilizá- la) esta é, e deve ser uma tarefa de todos independentemente da convicção política, não basta ter um campo ou estádio se os atletas não encaram de forma séria o desporto. Não faltam incentivos tais como: acessória na criação de grupos culturais, desportivos, recreativos, atribuição de apoios aos grupos/equipas/atletas. Construção de espaços Desportivos (campos, placas, polidesportivos) e atribuição de subsídios às equipas e grupos de acordo com a realidade financeira de Câmara Municipal (factos esses comprováveis).
A reabilitação de um campo para um estádio requer algum processo a começar:
1. Estudo de viabilidade para implementação do projecto.
2. Negociação com os proprietários para aquisição de terreno ou parcelas necessárias.
3. Levantamento do custo (do terreno/do projecto de construção).
4. Dinheiro
5. Execução do projecto.
A Câmara Municipal tem estado a trabalhar e cabe sempre à DGD/Governo colmatarem as faltas de verbas. Acreditem que futuramente Santa Catarina terá ao seu dispor um estádio porque sonhar e realizar fazem parte dos que pensam com os pés bem assentes no chão e não para os que querem fazer da utopia uma nova visão do futuro. A mentalidade deve estar virada para ultrapassar barreiras e construir coisas boas/práticas e pensamentos benéficos. Foram construídos polidesportivos, placas, mas gostaria que certos senhores fossem visitá-los e tirassem as suas conclusões.