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Espero que o meu português, misturado com o Kriolu da Ilha do Vulcão, forma um (outro) idioma, que o meu desconhecido amigo e eu entendemos.
Se lhe disser que “sei que nada sei…” completo, teria que mencionar o nome de alguém que muito filosofou a vida, neste planeta. Mas, simplesmente para lhe corroborar ou refutar, fico sem o fazer. Só que, o que sei, é o que o meu amigo, mesmo sem se importar, que eu saiba escrever palavras correctamente, contra mais estruturar uma frase, vai entender o que escrevi todinho. Porém, como é de casta de gente que está habituado a maltratar os outros com palavras, pensando até que o resto do mundo é cego e ignorante, ignora a minha razão e filologicamente, a existência da minha pretenção.
Deixe me perder (como disse alguém algures - as vezes é ganhar) um tempinho consigo tentando pôr os seus pesinhos no chão solido e dar-lhe um braço para suster as mãos, no desiquilibrio, que lhe estou dando, para não cair.
O meu amigo, em vez de trazer-nos algo novo, enriquecer o nosso Manduco, com coisas frescas e quicá, deconhecidas, de que, por sinal deve saber, discuti-las e engrandece-las conosco, lança simples e gratuitamente o caos que até ofende com distinção quem escreve. O seu mal é estar sempre fora da arena. Joga com a bola que está fora. Xulipa, por não ter o colhão de entrar no campo. Por ter medo da canelada que até o site refuta. No Manduco, meu caro,só temos duas balizas: Uma é para escrever coisa do Fogo (e tomara que fora estritamente, Foguense) ou o que lhe der na gana e outra, que podia ser, historico, politico, cientifico, cultural, etc. Nós estamos aqui, não para arbritar, mas para lhe dar e a todos, a mão (e eu um pouquinho a si, so porque vi a luz primeiro), sem importar qual, para o nosso e para a primazia e o desenvolvimento desse lugar de cultura e de entretenimento. Deixe o ciúme de parte. Sabe e não escreve e deixa gente de segundo grau (antigo) escrever. De tudo, nós não fazemos a comparação. Se sabe muito, traz a luz o que sabe. Assim faz, voluntáriamente, o outro que sabe menos. Exorta com com isso, tamanhamente, o Manduco.
Medo(?!)…é o finónomo que refuta o século XXI. Acoçado, ainda se pode viver em algum lugar. Mas, sem exteriorizar o que o homem, livremente pensa, isso está descabido de sentido.
Demonstra o que sabe, escrevendo, sem acriticar os outros, utilizando meios que bem conhece e que está ao rivez das condições que o site de todos exige. Por outro lado, vai um conselho pós-puberdade: quando participa em algo para contrariar o outro, deveria era aparecer com a sugestão para ajudar aquele, que por outra razão, não conseguira chegar à satisfação uniformal e global, que todos aplaudem.
Para andar, tem que gatinhar primeiro, meu amigo. Ninguém no mundo nasceu sabendo…A necessidade obrigou-lhe até a inventar outras coisas para se justificar, justificar o que quer e chegar ao auge. É isso que a gente chama de Ciência.
Não estou aqui para dar lição a ninguém. Aliás, a lição é coisa que ainda não possuo, contramais para dar.
Simplesmente, estou aqui para dar a minha (simples) opinião, contar da forma que sei uma ou outra estória e com o objectivo de mudá-las, se alguém sugerir qualquer coisa que a enfasa e a torne mais culturalmente, sugestiva. Por outro lado, procuro seguir estritamente, as regras deste site, contemplando aquilo pelo que foi criado. Não sou português. Sou Caboverdeano (e também Americano). Não creio, que só porque não sei escrever o português (bem) e isso me limita dar a minha opinião, quando sei que no fundo, todos os caboverdeanos me entendem.
As vezes citar personagens só serve para criar impressões e criar a confusâo para aqueles que deles pouco sabem e importam (e não me refiro só ao meu amigo). O importante é realmente entender o que eles dizem e o que essas personagens escreveram e tentaram ensinar. Para lhe ser franco, as vezes não entendo e nem tampouco me interessa trazer ao lume os que os outros pensam. Limito-me a apreender com eles e mais nada. Porque aprendo com tudo e com todos.
Para finalizar, já que tenho outras coisas importantes a fazer, aconselho ao meu amigo, mesmo se não tiver coisa para corrigir agora, que a busque em algum lugar para divertir. Como está obsessionado em corregir, como a gente escreve, como a gente anda, mesmo que se sente obrigado a manquejar e ele que não escreve, nem gatinha mesmo podendo, está em decadencia.
Está aqui bem pertinho, para fazer questão a minha critica. Se não me responde pessoalmente, usando o seu pseudónomo, cria outro para me responder e ofender-me como é seu hábito. Fica calado meu amigo, quando somente, a critica ou comentário possa fazer. Calado, a mosca não entra e nem requer o guarda-costa.
Pode até entrar com um outro nome, isso não me interessa. Porque Remoaldo Cardoso sou eu e não vou parar só para lhe satisfazer e satisfazer, a não ser que seja mutua, quem quer que seja neste planeta.
Escreverei sempre e publico o que escrevo, até no meu blogspot "Troskamarroska" no meu Twitter ou no meu "Face Book".
Em resumo, não me amendonta o manducar, o vazar-pau, nem o chicote de cavalo-marino e nada disso me obriga ir à passargada.
De tudo sou seu amigo. Contudo, não sou nem do urso, nem do gato.
Determino-me a escrever sempre e prometer-me-ei parar quando finda o meu orgulho Foguense.
Remoaldo Cardoso.
Categories: Artigos, Remoaldo Cardoso
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