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Mais uma notícia, que, caso vier a ser verdade, levará ao descretido total do PAICV como um Partido da verdade. Como se costuma dizer no Fogo, Baluarte do PAICV, este Partido “ ca troca fra cu faze”.
PAICV é um partido de palavra e acredito que não vai chantagear a população do Fogo com uma promessa que conta com mais ou menos 15 a 20 anos, sem ainda iniciar como obra de esperança.
Seria um mal irreparável, caso o PAICV comportasse dessa maneira com a ilha do Fogo.
Como reflexão e material de muita atenção, segue o estrato do artigo, onde responsáveis máximos do MpD colocam de forma frontal o problema:
"Elísio Freire, líder do Grupo Parlamentar do MpD, disse este sábado, 06, à comunicação social em São Filipe, que o Governo do PAICV desistiu das ilhas do Fogo e da Brava. Durante uma semana deputados do MpD visitaram as ilhas do Fogo e da Brava, com críticas sobre a situação social e económica.
Os deputados do MpD deviam visita, ontem, aos estaleiros da empresa Maltauro, responsável pela construção da circular do Fogo, o que não se concretizou devido a uma falha de comunicação entre os parlamentares e os responsáveis da empresa.
Mesmo assim, Elísio Freire diz que dispõe de informação de que o anel não vai ser completo, porquanto o troço Cova Figueira (Santa Catarina) à Vila de Igreja (Mosteiros) não foi contemplado no projecto.
Na sexta-feira os deputados reuniram com os horticultores em Patim para analisarem a problemática da agricultura na ilha. Um outro problema analisado com os agricultores é o preço da água que custa 110$00/m3, considerado "impraticável".
Na Brava, os deputados ventoinhas visitaram várias localidades e as instituições e serviços desconcentrados do Estado para se inteirar da situação da ilha nos mais variados domínios de actividade.
Elisio Freire considera que Fogo e Brava são duas ilhas com grandes potencialidades agrícolas, mas que o governo não tem sabido tirar proveito disso. Diante dessa constatação, os deputados disseram-se “solidários” com a população do Fogo e Brava, prometendo tudo fazer para alterar tal estado de coisas".
Se este assunto já era de conhecimento dos presidentes das Camaras do Fogo, especialmente Santa Catarina, porquê que a estrada não começou de Escola Materna para Municipio de Santa Catarina e depois entrar no Municipio dos Mosteiros, resolvendo assim problemas dos 3 Municipios?
Será mais uma incompetência do Município de Santa Catarina ao comportar-se como um míope político, sem fazer argumentos de defesa para seu Município?
Estou desapontado com este caso e agredecia que viessem os deputados do PAICV clarificar tudo isso, porque precisamos de ser informados por esta outra bancada política.
Napoleão Vieira Andrade
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