|
|
NOTA: Este e um artigo publicado por Napoleao, faz hoje, precisamente um ano,aquando de uma visita dos deputados foguenses ao seu circulo eleitoral.
Achamos interessante publica-lo novamente pela curiosidade de haver uma outra visita no mesmo periodo, um ano depois, e de os problemas identificados na altura serem praticamente os mesmos.
Boa leitura
Sabemos que é de muita importância visitar o circulo eleitoral do Fogo, manter contactos com o eleitorado, inteirar dos problemas e projectos em curso e transmitir novas esperanças para a população.
Isso é da praxe e constitui a rotina do calendário parlamentar, pelo menos, três vezes por ano.
Por além destas visitas ao Fogo, devia, antes desse imprescindível folclórico ritual, visitar o Ministério das Infra-estruturas,Transportes e Comunicações, agendar encontros com o Primeiro Ministro e Presidente da República, afim de informarem sobre a situação do tão falado_ projecto do circular do Fogo, extensão do Porto e Aeroporto de S. Filipe, ja que não existem muitas obras em curso na região sul do país.
Ser deputado é encarnar o sentimento e a alma do povo, sentir e lutar pela sua liberdade, dignidade, respeito e igualdade. Quando estes direitos não chegam e/ou tardam de chegar, o povo revolta e novas tensões sócio-politicas surgem como virar das paginas no contexto das reivindicações.
Os deputados do PAICV precisam acompanhar com mais responsabilidade política suas missões, com raciocínio lógico do desenvolvimento regionais do pais, de forma a poderem garantir a harmonia e o bem-estar em todo canto do território nacional.
Neste momento deve-se ter em mente quem é regionalista. Quem está a dividir Cabo-Verde em região mais investida (rica) e menos investida (pobre)? Por isso, não vamos calar porque cabe ao Partido essa confiança de renovar mandatos na fidelidade de cumprimento de promessas.
Para o bem de Djarfogo e Djabraba, unidos venceremos!
Obs: Nhos odja mar ta tra cu pedra, nem bala de canhao. Afinal es fraba ma enginero garanti ma ja tem estudos e tudo ta fica dreto.
Napoleão Andrade
Categories: MANDUCO E TAMBOR, Artigos, Napoleao Andrade
