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Num País reconhecido internacionalmente, democrático - que é Cabo Verde - o meu compadre não tem a suficiente coragem de mostrar a (sua) cara, quando comenta, opina e critica (tudo), usando pseudónomo, ao invés do seu nome próprio e refuta os que acham que ele não é um Caboverdeano politicamente sério!...
Convenha-me desabafar e trazer à luz, que ele está ainda seriamente, inconsistente e é, claramente - na minha opinião, um autêntico anti-democrático!
Fala e desfala, compara!...
Atira lixo à cara de outrem e tenta com insucesso, esconder a mão, esquecendo que “cornos descipam as orelhas, na cronologia da luz”, e descuida “o trave no seu olho”. Está tão embalado em contradizer tudo, sem importar as consequencias.
Acredita que ser o dono da verdade, que isso se lhe reserva sempre a última palavra (como que o dicionário se esgota e se finda nele), desliza egoistamente, no acto e com pretensões no seu raciocínio, a ponto de deixar sair a bala pela culatra.
O erro é dos outros, como se esses outros, o inventaram e dele são donos. Radiou, que deu ao seu adversário nos “cornos” e por cúmulo de sorte, ou de azar, deixou à laia a carapuça…
Como Caboverdeano que é, coloriu o seu orgulho, mostrou-se tão sério, quanto convencido, que furtou (se tudo é relativo) a realidade à prática.
Filosoficamente falando, pôs a nu ou melhor, despiu a “verdade” descarando-a desavergonhadamente.
Como se isso não bastasse, nega paradoxalmente o racismo, enquanto no fundo, assume a cor da pele e fala da elite e até admite a existência de continentes (raciais), se entendo. É duro de roer. Pois, deixou-nos a entender, e quica, com a sua "(in)"complexidade auto-proclamou-se… sendo o único Caboverdeano, dignississimo desse nome, dando a si um valor cimeiro universal. É da classe de digno, de trabalhador, coisa que (coitado deve ter lutado muito) chegou a conquistar. Talvez, com palavreado, porque, por sinal, mora em "dis-ou- menos-prezar" o seu próximo, procurando vomitar, as ”tortas e as direitas”, o seu “stress” e o cansaço da sua frustação.
Demostra, teorizando com tamanha inocência e clareza, que a cor da pele, ao contrário do que é convencionalmente aceite, o conceito raça “já era”, descorando que o seu raciocínio lhe pode trair (e redondamente falhar, sendo isso um caso muito sensivel e pessoal...) e que outros podem considerar, que a interpretação dessa realidade e prática, pode depender sobremaneira, da formação cultural e intelctual do analitico e de quem presume ter a cor. Em síntese, diria que o “incógnata”, anda a medir a pessoa e o seu conhecimento (o mundo), com o “palmo da sua mão”. Semea o caos e pensa colher simpatia. Descorda com todos que não perfilham o que ele pensa, é paradoxal e ortodoxamente, democrático.
“Sozinho” por ser do movimento “neo-revolucionário” da (quase) direita, que durante a luta pela independência de Cabo Verde se anonimou - como está fazendo agora - e nessa barricada de oportunismo (patriótico), quer aproveitar à força, a viragem (já ultrapassada) da história e que o coroar da luta desse Povo SÉRIO, para inscrever em ouro o seu nome. Nesse quadro, não pode haver lugar para gente dessa laia.
Outros intentaram-se algures e cairam “can”.
Enterraram sem dignidade o PAIGC-CV, Amilcar Cabral, Pedro Pires...o que me obriga a fazer uma suplica:
Deixem as almas desses Caboverdeanos - que adoro - (que de acordo com a sua difinição de Caboverdeanidade, estão tão longe de ser) em PAZ. Porque, sério, inteligente,democrático são, infelizmente, somente aqueles que o meu compadre considera Caboverdeano. Inteligente, digno e com orgulho, é o que ele tambem, determina...O meu compadre é tudo isso ( me faz recordar um amigo, que em tempos conheci nesse e naquele forum). E quem sabe (de)mais!?... E quem nâo sabe, não é caboverdiano, é saco…
Para conhecer bem esse Senhor e só analizar a sua “bocona” (desculpe-me o sarcasmo. Já puz a mão em cima da minha cabeça). Escutar e entender as suas várias asneiras, que vem deixando assidua e quotidianamente nos “forum”, em comentários e em artigos que publica.
Desculpe-me, mais uma vez, esse vazado trato. É o meu compadre que comprou a palmatória. Bem me conhece e sabe que nunca gostei de gente que inventa razões para justificar a razão. Tão pouco de gente pineirenta e egoista…Verdade diz-se…na minha Ilha. E eu náo sou uma excepção à regra.
Contudo, esse osso duro de roer já não “panta” e nem aquieta. Deixem-no vomitar até às tripas.Um belo dia, porém, vai calar, estou certo. Espero que, antes que seja dimasiado tarde, recupere a razão...
Pur: R. Kardozu
Categories: Artigos, Remoaldo Cardoso
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