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PA DU/NU ESCREBE E PAPIA CRIOLO MAIS DRETO

Posted by NAPOLEAO at 10:41 AM on February 06, 2010

A coluna de Napoleão Andrade

Du/Nu está bem apresenta e também fundamenta, através de um pequeno texto , diferença que ta existi entre verbo CRÉ e QUERÉ.

 

M' queré sabe pamode Baluarte está marcado pa sentido vertical (de mar pa serra), caso bu traça-l um linha imaginário, pa 2 casa de tedja francesa, mesmo estilo de construção e cu mesmo nome: Nho Pedro nha Sacorro na Baluarte Baixo e Nho Pedro nha Dunda na Baluarte Riba e, que, pa destino de tempo és teve que embarca pa Merca também, quase, na mesma época.

 

De mesma forma, m- está curioso de sabe, pamode que na sentido horizontal ( Monte Preto, Monte Baluarte), caso bu traça-l um linha imaginário, bu ta atcha 2 casa de cimento, cu mesmo estilo e cu nome Vitalinho na extrema esquerda e Vitalina na extrema direita.

 

 Cu és 2 linha imaginário, e se bu lebas em conta, bu ta odja formato de um cruz, que está ligado pa um rosário em forma de caminho, unde rastos de cabalos ta existi T inda na memória de alguém que anda na quel caminho que ta bai de Baluarte Baixo, Portom de Monte Paragem, bara pé de Campo de Monte Pelado e subi rubera ca Cristiano T tchiga porta ca Pedro nha Sacorro.

 

Cré que mê Baluarte é um enigma dento nós Santa Catarina de Djarfogo.

 

Obs: Nu/Du pode odja ma és 2 verbo, que tem estado ta empregado de forma uniforme pa força de expressão oral tem, obrigatoriamente, necessidade de ser escrito de forma diferente pa nu/du pode tem percepção e compreensão de construção lógico de pensamento de conversas e expressões.

 

Napoleão Vieira Andrade

 

 

Categories: Napoleao Andrade, Artigos

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18 Comments

Reply XUJIM PE DE FERRO
10:34 PM on February 17, 2010
gramaticamnetus de criolu...criolo na tenho gramatica...Agora meu lingua Partugues tenho gramatika...O lingua criolu e pa rachar du bai...
Reply TAMBARINADURO
09:27 PM on February 16, 2010
A respeito do pronome 'm em vez do pronome 'n tambem nao concordo. Muito embora seja uma sugestao razoavel e logica, na lingua o caminho logico nem e sempre o mais certo. A razao que discordo e proque quando falamos '' 'nkre kafe''. O ponto de articualcao do pronome e alveolo-palatal - no ceu da boca...Ao passo que o 'm e pronunicado como bilabial - os dois labios poem restrincao ao ar para fazer o som '' 'm" desejado. Sao dois sons distintos que nao devem ser substituidos um pelo outro so para sevir a via etimologica da nossa lingua....A gramatica segue a lingua e nao a lingua a seguir a gramatica....Para provar o meu ponto, vejamos o seguinte...nos conseguimos pronunciar '' 'n" com a boca aberta, mas nao conseguimos pronunciar '' 'm" com a boca aberta... sao diferentes. Nao devemos ser prescriptivos mas sim descriptivos...
Reply Danillon
08:57 PM on February 14, 2010
Francamente ! Respeito e aceito que o Sr.Napoleão Andrade tenha todo o direito de divagar sobre as palavras e mesmo sobre a geografia da sua terra Natal, mas o que acho deveras estranho é o seguidismo, e confusão na defesa da nossa cultura. O crioulo a l´ngua que falamos em Cabo Verde e nas comunidades caboverdianas não é preciso ser doutor para saber que tem a sua origem no Português e nas linguas dos escravos levados da costa ocidental africana.Presumo ser as mesmas etenias que povoaram as Antilias Holandesa, senão não teriam milhares de vocábulos próximos a nós, até dando nome a esta lingua de papiamentu. Acerca deste texto do sr.Napoleão só vi o aspecto artistico, apesar de não ter condições para classifica-lo. O verbo " Crer" e o verbo " Querer" tem significados diferentes em Português e naturalmente em crioulo, mas o que vejo aqui é uma incursão á confusão. Quando citaram a frase..."Cré que mê Baluarte é um enigma....." talvéz não seja intenção de do verbo CRER.
Abraçus
Reply RODJO
02:37 PM on February 11, 2010
Ai meu mae e minha pai. Este coiso de Napoleao esta claro como aguas.
Querida =Crida nos sons agudos e partalaxas.
Os Kchakhca de Teca tambem axaram que es asim. Mas Craca tu dizem o Totoy pra mandarmos um oclu preto pra eu e se tener arguns quebrados para mander eu un xinelu.
Titxau
Reply Kauverdianu
01:52 PM on February 11, 2010
Pa tudo Comentaristas que sta li e autor des blog N ta dixa un convite pa ben ler un texto ki sta na http://Kauverdianu.blogspot.com N ca ta po-l tudo li sin pamode é sta screbedu na alupecoso. Só un tcherinhu "Na Blog emCima, Competência linguística estratégica, N dixa un parti des kumentariu: E klaru ki Dr. Humberto Cardoso ten argumentus. I faktus apontadu so e verdaderu pa kes realidadi sosiolilinguistiku. Kal ke realidadi sosiolinguistiku di Kabuverdi? Tudu nos sabe-l, ma sugundu un Linguista Purtuges, e siguinti:


i) bilinguismo total, em que os falantes percebem bem e exprimem-se bem nas duas línguas;


ii) bilinguismo parcial, em que os falantes percebem bem as duas línguas, mas exprimem-se bem em cabo-verdiano e mal em português;


iii) monolinguismo total, em que os falantes falam o cabo-verdiano e não percebem nem falam o português».


Nun skala, inda ki sem kualker dadus apuradu na peskiza sientifiku, ka ten nesesidadi, nu pode fra ma maioria di populasãu sta ii), un minoria na i) i un minoria insignificanti numeru iii) i, en extinsãu!
(...)
Reply GALO
03:19 PM on February 10, 2010
Algumas pessoas tentam trazer para língua crioula a mesma pronuncia que fazem ao pronunciar o verbo QUERER, sobretudo no modo de indicativo presente: Quero, queres e quer, onde se sente, dado a descarga do acento, embora não e utilizado, no Qué + ro. No caso do crioulo podemos verificar que este verbo " Queré ", tem o acento na última sílaba, ex: Querê semelhando a pronúncia do verbo CRER/ Cré ao do verbo QUERER/Queré.
Ao pronunciarmos Querê, ouvimos o som similar do Crê, como, de igual forma, ouvimos ao pronunciarmos " Querida" e " Crida"
Nossa língua crioula é ainda embrionária e precisamos de aceitar inovações e dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Parabéns Napoleão Andrade.
Reply TAMBARINADURO
10:42 AM on February 10, 2010
Nao restam duvidas que o Napoleao tem trazido assuntos que merecem refleccao. Este e mais um deles. O verbo crer e querer sao dos verbos que causam muita confusao aos alunos Caboverdeanos quando aprendem o Portugues. Fui um dos que confundiram os dois. Muito embora isto de escrever quere em vez de cre seja uma ideia plausivel, ela viola a regra basica da escrita. Ela viola a regra porque no meu falar, o som que sai nao tem nenhum ''ue''. Eu podia ate aceitar a escrita qre em vez de cre, mas nao me conformo com quere de jeito nenhum. Mas como em Cabo Verde existem diferentes formas de pronunciar as palavras, agora vou passar a escutar como e que as pessoas pronunciam estas palavras nas diferentes regioes.
Ate ja experimentei formular frases pronunciando a palavra , seguindo a sugestao escrita formulada por Napoleao, mas as frases nao me caem bem. '' 'n kere um xikra cafe'' . Esta frase definitivamente soa mal aos meus ouvidos. Para adoptarmos esta forma de escrever, para mim, implicaria uma ginastica fonetica para acomodarmos a escrita. Acho que a escrita deve se adaptar a fala e nao a fala a escrita. A solucao, acho, reside no facto de que a gramatica permite o uso de palavras homoninas; isto e, palavras que se escrevem e se pronuniciam da mesma forma mas de significados diferentes.

Isso de seguir a linha etimologica e importante, mas nao devemos ser limitados por esta tendencia. Nao devemos seguir uma formula unica para resolver os nossos problems linguiticos. O Portugues e o Espanhol derivaram directamnete do latim, mas hoje a escrita e a fala das duas linguas sao muito diferentes. Se as duas seguissesm rigurosamente a formula ``etimologica`` hoje nao seriam tao diferentes.
Apesar do meu desacordo, respeito as opinios do Napoleao e ate admito que seja possivle haver, em cabo verde, uma variante que pronuncie``quere`` em vez de ``qre``. Forca Napoleao.
Reply FERRO
10:24 AM on February 10, 2010
Mas quem es Gramatica? Tu pensar que Gramatica es homes mais sabedor que existiu no mundo? Napoleao nao tener medo des Gramatica que vive nos Santacatarina dos Praia de Santiago.
Eu querer papiar cons ele se lhes e home corajoso. Eu crer que ele nao saber que estar ofendeu Sul onde ficar vurcan de fogo.
Gramatica es bons senhor por juiz na cachola ou senhor Gramatica bebestes muito gramanhans?
Seu eu pegar senhor gramatica eu carcar com meus maos de alicatis ate bazar soro e pupur frente eu.
Deus acompanhar senhor Gramatica e ajudar ele e dar bida cu saude pra vizitar eu e nos tudo de zona sul de djarfogo, amem!
Reply Kauverdianu
10:08 AM on February 10, 2010
Kauverdianu sa ta bem escrebe na moda que claridoso escrebe, dja que se escritura foi considerado pa ARBA como calapitchado.
Tudo nos sabe ma quenha que sabe ler ta ler cabeça pa baxo, cabeça pa trabessado... pa m fra ma ta ler imagem, ca ta ler letras que ta forma palavra, ma sim imagi de quel palara
Ago, ora que ARBA ta acusa-m ma m sta ta "rediculariza" lingua de Baluarte, madjuana, etc... me só m pode pensa e conclui ma m sta ta" troca boca" cu un argém que ca tem formaçam na mesmo area que me. M ca ta faze parte de ninhum "grupinho". M ta informa tudo comentaristas ma pa me tanto faz escrebe na moda alpecoso o na claridoso... desde que ca continuado ta marimba "ad aeternum" nes cusa de cada quenha ta escrebe criolo suma que ta dal na cabeça, pamode ora que ARBAs escrebe, me m quere ler sem parabulema. Haja regras claras!
ARBA, ami e de Djarfogo M foi, em tempo, 1987, la na SUL filiz badicosta!
Um consedjo, ARBA, faze suma Napoleão nes foto, cu ser ar sereno: Ca Nha ardiga cu es cusa di criolo. Odja um ditadu popular: Fadiga ki mata Nhanhal Serbam!
Reply ARBA
09:44 AM on February 10, 2010
Ora que kabuverdianu ta cita como exemplo lingua nacional e el ta rediculariza lingua de Baluarte, Estancia Roque, Mae Joana, Cova Figueira, enfim lingua de Sul de Djarfogo, m ta sai de lado, m ta chal passa cu ses arrogancia e comberso carregados de ofensa. Ora que nu odja sinal de ofensa, sempre, mas sempre, e sinal de derrora de adversario. Ca ta existi uma questao nacional sem que um qualquer zona de Cabo Verde ca obido, pior pa um regiao SUl de um ilha. Es acto de regionalismo e de arrogancia que tene criolo ta apelidado como badiupec e nao um patrimonio de tudo CABOVERDIANO.
Mas, sem leva mal, nu ta pedi que GRAMATICA repo verdade e que TRADICAO e CULTURA de nos lingua odja raiz de unde nu b(ve)em pa nu pode construi historia e cultura caboverdiana sem sobresaltos e lacunas que pode b(v)em custa kabuverdianu carissimo.
NU STA DE PEDRA E CAL NA RUA COFIGUERA TA ESPERA ALUPEC PA BEM ENSINANU PAPIA A SES MANERA. TALVES ES LI E SINAL DE DITADURA!
Reply ARBA
09:01 AM on February 10, 2010
Cu matriz de lingua portugues ( 99% de lexico cabo-verdiano) nu esta b(v)em demonstra Kabuverdianu ma verbo CRER e QUERER (Cue e Quere) ta constitui um regra semantico e que ta ultrapassa conceito local ou regional. Es 2 verbo es e palavras homofonas ( som igual e escrita diferente)mas cu possibilidade de ser escrito de forma diferente pa pode faze criolo escrebe baseado na logica gramatical e separa joio de trigo.
Kabuverdianu esta calapitcha criolo. Nu tem bastante respeito pa Kabuverdianu, pessoa civilizado e culto, capaz de traze novo luz nes lingua que e propriedade colectiva de tudo cidadao e nao de quel grupinho de ALUPEC.
Pa Napoleao Andrade nu ta desejal sucesso nes caminho, cu flash ligt riba nhos di ALUPEC. Talves, moda nho fala, Baluarte, Mae Joana, Estancia Roque e mais otros lugar consigue odja es diferenca inteligente, justo pa semantica e correcto pa gramatica de criolo e portugues.
Beijao nha kabuverdianu
Reply Zelito
08:42 AM on February 10, 2010
Como achei interessante o comentario da ARBA no Liberal online, transcrevo e faco do seu comentario meu........."Entramos num novo episódio de ALUPEC com este pesado e sábio questionamento sobre o verbo CRER e QUERER. O crioulo tem raiz na língua portuguesa e por mais vendaval da corrente fonológica, a da etimológica sobrevive com novos argumentos da razão semântica. Para quem quer escrever e falar bem o crioulo tem que semanticamente atribuir o significado das palavras de forma correta e com enquadramento lógico dentro de cada contexto da frase e conversa. Neste caso concreto, vi com olhos da razão as duas frases que contém os verbos CRÉ e QUERÉ . 1. M' queré sabe pamode Baluarte está marcado pa sentido vertical... 2. Cré que mê Baluarte é um enigma dento nós Santa Catarina de Djarfogo. Com a regra etimológica, única razão cultural que obriga-me dizer que sou crioula de gema, confio que o Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Baltazar Lopes e Fruzoni vão acender a chama da vitória. Para o amigo Napoleão vieira Andrade vai os meus abraços de confiança e de respeito para com a nossa cultura. Existe uma grande diferenca entre a fala e a escrita. Por isso, as palavras homofonas apresentam para o nosso crioulo algumas novidades, dado ao seu uso oral e menos escrita. Napoleao tem razao neste caso ao separar semanticamente estes dois verbos. ==========
Obs: Isso para responder ao kabuverdianu
Reply Kauverdianu
08:13 AM on February 10, 2010
Publicadu na Forcv:
Na Lingua Purtuges, nos prinsipallingua leksifikadora, nu ten verbu QUERER i CRER:
1 "QUERER" ki na kriolu pasa pa ['kre]. narguns dialetu i na otus el tuma forma funetiku diferenti. Ora ki N fra "N kre" e pa signifika vontadi,dizeju, aseitasãu, ezijensia,etc.
2. CRER (lat credere) acreditar em portuguÊs, ki na pasaji pa kriolu
tanbe fika ku mesmu son ki sta na 1. Logu, na kriolu nu ta distrinsa
klaramenti signifikadu di kes dos verbu e na frazi-spresãu. Pur
izenpru, na kriolu, ora ki du fra: a) " kre ki bu sta dodu"; b) Ma N
kre na bo di ki na Djasintu.c) kre ki badju ta ten! Kre ki me, dja N
odja robeka. Karkel tradução pa purtugues ten di ser verbu "crer".
Ku kel li N ka kre fra ma Napoleão sta tortu. El e di sul di Djarfogu,
la es ten verbu "quere" /kere" di fatu, mas ki ka ta konfundi ku verbu
"cre/kre". Klaru ki bazi di alfabetu kauverdianu ta pirmiti skrebe N
kere, bu kere, el kere... N kere-s txeu di mas! Ten argun mal? NhoS e
kapas di fra-m pamodi ki Napoleão ganha es fama di difensor di skrita
etimológica" ...
Enfin, QUERE o KERE, indipendentimenti di ser screbedo na forma Claridoso o na forma alupecoso é sempre um forma regional di CRE que num frase carquel leitor ta sabe se sta frado "Cre" cu sintidu apontadu na 1. o na 2.
Napoleão e arguns kumentaristas li sin sa ta konfundi (sta da pa dodo!(?)) Lingua ku ortografia. Sa ta konfundidu Kriolu di Baluarti, Madjuana, SansiaRoque ku Lingua Caboverdiana, Lingua Nacinal? Pamode?
Reply XUJIM PE DE FERRO
04:23 PM on February 09, 2010
Uma boa sugestao, mas tem implicacoes foneticas e fonologicas
Reply Kauverdianu
03:28 PM on February 06, 2010
Olá Napoleão,
Saude!" Fradu fra", so pa N ka fra kenha ki fra-m, ma nho staba na kongresu di PAI... Nho ben nun pé nho ba na kelotu, ka da tenpu di di nho bijita familia ki fari amigus. Un amigu di nos dos manda-m es artigu li ki sta na "MANDUCO". Ora ben, dja N odja ma nho ten tanbe preokupasan ku skrita di nos lingua Kauverdianu, kuza bunitu! Di gosin pa frenti N ta sta senpri di odju na testus di nho i na kumentarius ki gentis ta dixa li.
Komu mi tanbe N ta spera ser lidu, N ta sklarese ma nha forma di skrebe pur opsãu e ku Alfabetu Kabuverdianu ofisial. Nha pensamentu sta li sin: http://kauverdianu.blogspot.com/, Nhos bijita-m!
Reply ARBA
12:17 PM on February 06, 2010
Estive a ver um email que chegou ao meu conhecimento que Napoleão Andrade contestava o emprego do ?N? , sendo o uso do ?M? nas expressões como: N sta bai, devia ficar M- sta bai, uma vez que o ?M? refere ao pronome e muitas vezes sujeito da oração, quando se quer falar da sintaxe.
Concordei com o senhor Napoleão porque não pode pensar numa língua sem a sua estrutura da sintaxe e menos, ao belo prazer, dar ênfase aos plágios que o ALUPEC tem do crioulo haitiano. Veja o site: http://es.wikipedia.org/wiki/Criollo_haitiano.
Os cientistas alupequistas estão na decadência. O crioulo cabo-verdiano que é um património colectivo não pode passar por tantos melindres desse grupinho de oportunistas e alienadores plagiadores.
Quando vi o crioulo haitiano não pude conter o nojo que senti por esse ?N? e tantas outras.
Obrigado Napoleão por esta luz.
Bjim
Reply Zelito
11:28 AM on February 06, 2010
Verdade que VERBO CRE, que tem sentido semantimo do Verbo Crer em portugues e o VERBO QUERE, que tem o sentido semantico do verbo Querer nao podem significar a mesma coisa na escrita crioula. Parabens senhor Napoleao
Reply Zelito
11:22 AM on February 06, 2010
Este e um dos temas mais brilhantes que levanta questionamentos sobre a escrita e fala do crioulo.
Tu, e so tu, anda a defender o crioulo e sua afirmacao. O ALUPEC por alem de ser a copia do CRIOULO HAITIANO, veja o site: http://es.wikipedia.org/wiki/Criollo_haitiano e tambem alienacao da nossa cultura.
Forca amigo

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